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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Fórum de Escatologia II - Viés da Interpretação

Qual a escola hermenêutica de cada um?

O PRÉ-MILENISMO HISTÓRICO apresenta argumentos históricos, mas também parece trabalhar sob a perspectiva da Escola de Antioquia cujo método de interpretação era literal. 

O diferencial comparado aos DISPENSACIONALISTA é que não vêem o Apocalipse como uma narrativa cronologicamente sequencial. Então não seriam tão literais assim?

Os DISPENSACIONALISTAS são da Escola de interpretação de Antioquia. É a posição mais literal entre elas. Eles traçam um paralelo, especialmente entre Daniel, Mateus e o Apocalipse como uma descrição literal, no sentido de sequência e cronologia bem como na perspectiva de que acontecem exatamente como descritos - sem simbologia numérica ou metafórica. 

Os AMILENISTAS também se utilizam de muitas referências bíblicas, mas propõem uma interpretação literal das Escrituras. Eles são da Escola de Alexandria - são alegóricos e por isso, entendem o Apocalipse como um livro de simbologias. Sempre haverá uma mensagem, mas não necessariamente a que está escrita. 
 
QUAIS AS IMPLICAÇÕES?

Uma diferença muita básica para exemplificar é a diferença entre Israel e Igreja. Os DISPENSACIONALISTA reconhecem essa diferença. Os PRÉ-MILENISTAS HISTÓRICOS, nem AMILENISTAS não tem a mesma posição dos DISPENSACIONALISTAS. 

Desse viés de interpretação surgem as posições diferentes, por exemplo, sobre a Mulher do capítulo 12 de Apocalipse. Para os PRÉ-MILENISTAS DISPENSACIONALISTAS precisa ser necessariamente Israel. 

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