Sinta-se Em Casa

Entre. Puxe a cadeira. Estique as pernas. Tome um café, e vamos dialogar com a alma.



segunda-feira, 15 de maio de 2023

Eu leio Rookmaaker e canto Keith Green. Você lê e canta o quê?

Nada de dualidade platônica. A vida é um todo. Ela toda é para a glória de Deus. 

Se colocamos o pecado de lado, não há nada que dividir santo e profano. Ainda que haja a materialidade o mundo não é material e espiritual. Tudo é espiritual na perspectiva de que todas as coisas são dele, por Ele e para Ele.

Esta era a minha fala um amigo ouvinte partilhou a música Rookmaaker da PALAVRANTIGA:

Eu leio Rookmaaker, você Jean-Paul Sartre 

A cidade foi tomada pelos homens 

Na cidade dos homens tem gente que consegue ler 

Mas os outros estão néscios pra Ti 

 

Eu canto Keith Green, você canta o quê? 

A cidade está cheia de sons 

Na cidade dos homens tem gente que consegue ouvir 

Mas os outros estão surdos pra Ti 

 

Vem, jogando tudo pra fora 

A verdade apressa minha hora 

Vem, revela a vida que é nova 

Abre os meus olhos agora 

 

Vem, jogando tudo pra fora 

A verdade apressa minha hora 

Vem, revela a vida que é nova 

Abre os meus olhos agora 

 

Eu fico com a escola de Rembrandt 

Você no dadaísmo de Berlim 

A cidade está cheia de tinta 

Na cidade dos homens tem gente que consegue ver 

Mas os outros estão cegos pra Ti 


Eu monto o paradoxo no palco 

Você anda zombando da Cruz 

A cidade está cheia de atores 

Na cidade dos homens tem gente que consegue dizer 

Mas os outros estão mudos pra Ti 

 

Vem, jogando tudo pra fora 

A verdade apressa minha hora 

Vem, revela a vida que é nova 

Abre os meus olhos agora 

 

Vem, jogando tudo pra fora 

A verdade apressa minha hora 

Vem, revela a vida que é nova 

Abre os meus olhos agora 

 

Toda vez que procuro pra mim algo pra ler 

Ouvir, olhar e dizer 

Senhor sabe o que eu quero 

Não me furto a certeza: és a Vida que eu quero 

 

Vem, jogando tudo pra fora 

A verdade apressa minha hora 

Vem, revela a vida que é nova 

Abre os meus olhos agora 

Rookmaaker, Keith Green, Jean Paul-Sartre, Rembrandt e os artístas do Dadaísmo? Quem eram? O que defendiam?

Hans Rookmaaker tornou-se amigo Francis Schaeffer e fundou uma extensão de L'Abri na Holanda. Depois de uma dissertação sobre Gaugin para o seu doutorado ele fundou o Departamento de História da Arte na Universidade Livre de Amsterdã. 

Keith Green, foi jovem música renovado que já estrelou com Bob Dylan. Era judeu e depois de muitas crises ao ler o Novo Testamento creu Jesus como Messias e dedicou seus breves dias à música e à obra missionária, e tudo o que tinha, todos os seus bens eram para a propagação do Evangelho.

Jean Paul-Sartre, foi um ateu representante do existencialismo que abraçou o Comunismo apesar da vida privilegiada que tinha a sua família. Ele dizia que somente o homem é responsável por tudo, e não há nenhum poder de outros, ou divino, ou maligno, que o influencia. 

Rembrandt é considerado por alguns o maior de todos os pintores. Há um tom de contemporaneidade em suas obras bem com a busca de cenas bíblicas, com ênfase as emoções e aos detalhes. Para ele a Bíblia era como um Diário a retratar a sua própria vida.

O Dadaísmo, do francês "Dada" que significava "cavalinho de pau" foi um movimento antiarte porque desfigurava os padrões e valorizava a coisas sem lógica. 

O que a Banda de Rock Palavrantiga está a cantar? 

Ou temos uma visão, uma leitura, da vida, da sociedade, com uma visão mais holística e esperançosa ou teremos uma posição mais individualista e pessimista da vida.

Qual é o seu olhar? Quem está por trás das suas lentes? 


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domingo, 14 de maio de 2023

Mães limitadas, mães esperançosas

Lembram-se da incrível "mulher virtuosa" de Provérbios 31? Quem era aquela mulher? 

"Palavras do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe. Como, filho meu? E como, filho do meu ventre? E como, filhos dos meus votos? Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis." (Prov. 31:1-3)

É possível que Lemuel fosse um "pet name", aquele nome de carinho e mais familiar, dado pela mãe Bate-Seba ao rei Salomão. 

Se assim for, Bate-Seba não foi uma mulher com vida ideal. Salomão foi fruto de um adultério promovido pelo Rei Davi.

Apesar destes desvios da normalidade, Bate-Seba aconselha seu filho num alto nível porque ela queria o melhor para ele. 

O que eu aprendo com isto? 

Ainda que haja mães com muitas limitações por amor aos filhos elas podem aconselhar o melhor para eles, ainda que este melhor não tenha sido vivido por elas. 

Vai aqui uma palavra de honra e celebração às mães que lutam contra as próprias limitações para promover o melhor bem para os seus filhos.

Mães limitadas, mães esperançosas!

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